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	<title>Alice Andrade Design e Histórias &#187; De dentro&#8230;</title>
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	<description>Justiça colher aquilo que plantou</description>
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		<title>Temos Fipan!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 04:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Curitiba nesse último fim de semana estava muito bonita, cidade arborizada, florida e com muita vida. O Centro Europeu era nosso destino, onde verificamos viabilidades de alguns cursos, através de um atendimento especial e único despensado a nós em pleno domingo de julho, quando qualquer outra empresa poderia estar encolhida em seu sofá assistindo filme.

Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05275.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05275-300x225.jpg" alt="" title="DSC05275" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-220" /></a><br />
Curitiba nesse último fim de semana estava muito bonita, cidade arborizada, florida e com muita vida. O Centro Europeu era nosso destino, onde verificamos viabilidades de alguns cursos, através de um atendimento especial e único despensado a nós em pleno domingo de julho, quando qualquer outra empresa poderia estar encolhida em seu sofá assistindo filme.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05503.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05503-300x225.jpg" alt="" title="Centro Europeu" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-221" /></a><br />
Nos hospedamos em um hotel simples, mas consideravelmente aconchegante, a não ser pela falta de acessibilidade, logo na entrada uma escadaria de 20 degraus me espera, ao chegar lá me deparei com um monte de escadas para ir aos quartos e nenhum elevador, fato que, como residente de São Paulo me causou estranheza e decepção, pois era de se esperar de um hotel um pouco mais de respeito pelos portadores de necessidades especiais, não obstante todas as sujestões de passeios que foram dadas eram para rotas a pé.<br />
A noite estava linda, a cidade possui um cenário que traduz cuidado  com a estética, ruas limpas, prédios de iluminação indireta, prédios e monumentos históricos, segurança e policiamento foram características gritantes essa noite.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05294.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05294-300x225.jpg" alt="" title="Cenario fantastico" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-222" /></a><br />
No outro dia seguimos para o jardim botânico, um jardim lindo e enorme com cópia do Palácio de Cristal muito fiel por sinal, digo isso pois estive no original em Petrópolis. Qual não foi minha supresa quando procurei por cadeira de rodas para poder usufruir do imenso jardim e ouvi a resposta &#8220;Não oferecemos esse serviço&#8221;. Estupefata, custei a crer que chamavam de serviço prestado o fornecimento de acesso dos PNEs ao parque, me entristeci e só conheci uma parte, a cidade que prezava pela estética e aparência não havia se dado conta das diferenças existentes no mundo.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05398.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05398-300x225.jpg" alt="" title="Copia do Palacio de Cristal" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-223" /></a><br />
No Museu Oscar Niemeyer , porém, encontrei cadeiras apropriadas e acesso relativo, porém até pegar a cadeira de rodas a situação é complicada, pois o estacionamento é bem longe e ai fica dificil, mas pelo menos ai houve intensão.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05465.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05465-300x225.jpg" alt="" title="MON" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-224" /></a><br />
Hoje já em São Paulo, visita a Fipan, Feira Internacional de Panificação, houve um pequeno mal entendido na hora da entrada por faltade comunicação entre o estacionamento e organização do evento, porém, percebi estar em São Paulo quando vi cerca de 6 cadeiras motorizadas esperando pelos deficientes que fossem visitar a feira e um atendimento todo especial oferecido pela organizaçao do evento, oque me lembrou que enfim, eu estava em casa!<br />
Esses fatos ajudam a reforçar minha teoria de como a cidade de São Paulo aconchega bem seus PNEs e como somos felizes através da inclusão aqui.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/P1110457.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/P1110457-300x225.jpg" alt="" title="Fipan" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-225" /></a></p>
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		<title>Os limites do preconceito</title>
		<link>http://www.alice.blog.br/2010/04/os-limites-do-preconceito/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 17:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Observamos na semana passada uma das cenas mais fortes que vi nos últimos tempos, a Luciana de Viver a Vida foi pedida em casamento e sua futura sogra teve uma reação infelizmente comum a muitos familiares de pessoas que se apaixonam por portadores de necessidades especiais.
A senhora recebeu a notícia com disfarçada indignação, e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observamos na semana passada uma das cenas mais fortes que vi nos últimos tempos, a Luciana de Viver a Vida foi pedida em casamento e sua futura sogra teve uma reação infelizmente comum a muitos familiares de pessoas que se apaixonam por portadores de necessidades especiais.</p>
<p>A senhora recebeu a notícia com disfarçada indignação, e em seguida foi &#8220;conversar&#8221; com futura nora. Nesta conversa ela disse querer tirar dúvidas sobre as atuais condições da menina. A conversa esclareceu suas dúvidas sobre as condições da menina, porém, ao vê-la educada respondendo os questionamentos, a mãe do rapaz extrapolou os limites do preconceito ao insinuar que a menina nunca satisfaria o marido sexualmente e ainda que talvez nunca poderia ter filhos, e que seu filho esconderia o problema por educação ou pena.</p>
<p>Como alguém pode presumir visualmente as condições de saúde do outro? Familiares não têm direito algum a ferir alguém dessa forma pois além de constituir ignorância, constitui ainda desrespeito com as escolhas pessoais do ente querido e descaso com o amor. O amor é o sentimento mais nobre que existe não há sentido em tentar definir a pessoa certa ou errada para alguém amar, em desafiar o desejo de unir-se de duas pessoas.</p>
<p>Há quem diga que oque pode mover esse tipo de atitude é o amor. Que amor é esse que não leva em conta a opção da pessoa amada. Não existe amor neste tipo de atitude, existe sentimento de posse pelo qual alguns acham que podem decidir o parceiro ideal para alguém. E em se fazendo essa escolha de forma visual, como saberemos se a pessoa &#8220;escolhida&#8221; por nós não tem vícios ou atitudes indígnas escondidas em um corpo perfeito?</p>
<p>Já é hora das pessoas enxergarem os seres humanos por trás dos problemas físicos, deficiências físicas, visuais de toda forma. Os deficientes ou portadores de necessidades especiais têm muito a ensinar a respeito de tolerância, resignação, humildade, força de vontade e superação. Muitas vezes estes se tornam companheiros e companheiras fortes e amorosos, despertando paixões nas almas nos seus cônjuges, um amor pleno que é cego para qualquer defeito do corpo.  Um amor que ama de alma para alma, o mais puro e o mais profundo, o mais verdadeiro. Não é difícil encontrarmos casais formados assim e quem tem uma união invejável.</p>
<p>Cuidado &#8220;pessoas que so querem o bem&#8221; dos outros, pois já erraram em pensar em julgar alguém pela aparência e ninguém é propriedade do outro por mais que tenham laços familiares, esse tipo de atitude pode magoar e é inútil, desperdiça energia, desgasta relacionamentos familiares, pode causar feridas muito difícies de cicatrizar e o mais importante:<strong> Não vai destruir o amor verdadeiro!</strong></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gyUt9B4a_hk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gyUt9B4a_hk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Como tratar um deficiente físico</title>
		<link>http://www.alice.blog.br/2010/03/como-tratar-um-deficiente-fisico/</link>
		<comments>http://www.alice.blog.br/2010/03/como-tratar-um-deficiente-fisico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 19:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[De dentro...]]></category>
		<category><![CDATA[deficientes]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[mielomenigocele]]></category>
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		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[fonte: portal do espirito


Errado: Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal 	pode fazer e eles não.
Certo: Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os 	assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não 	podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de 	movimentos. 
Errado: Elogiar ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		H1 { margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0.49cm; color: #660000; text-align: center; page-break-after: auto } 		H1.western { font-family: "Verdana", sans-serif; font-size: 36pt } 		H1.cjk { font-family: "Lucida Sans Unicode"; font-size: 36pt } 		H1.ctl { font-family: "Tahoma"; font-size: 36pt } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #996600 } --><span style="font-size: small;">fonte: <a href="http://www.espirito.org.br">portal do espirito</a><br />
</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal 	pode fazer e eles não.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os 	assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não 	podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de 	movimentos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Elogiar ou depreciar uma pessoa deficiente, somente por ela ser 	limitada.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Tratar 	o deficiente como alguém com limitações específicas da 	deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer 	ser humano </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Superproteger o deficiente, fazendo coisas por ele.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Permitir 	que o deficiente desenvolva ao máximo suas potencialidades, 	ajudando-o apenas quando for realmente necessário. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Chamar o deficiente pelo apelido relativo à sua deficiência (ex.: 	surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.), pois ele pode se 	ofender<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Chamar 	a pessoa deficiente pelo nome, como se faz com qualquer outra 	pessoa. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Dirigir-se 	à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que 	ela ouça melhor. O cego não é surdo.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar com o cego em tom de voz normal. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Referir-se à deficiência da pessoa como uma desgraça, como algo 	que mereça piedade e vá ser compensado no céu.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Falar da deficiência como um problema, entre outros, que apenas 	limita a vida em certos aspectos específicos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Demonstrar 	pena da pessoa deficiente.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Tratar 	pessoa deficiente como alguém capaz de participar da vida em todos 	os sentidos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Usar 	adjetivos como &#8220;maravilhoso&#8221;, &#8220;fantástico&#8221; 	etc., cada vez que se vê uma pessoa deficiente fazendo algo que 	aparentemente não conseguiria (por exemplo, ver o cego discar o 	telefone ou ver as horas, ver um surdo falar e/ou compreender o que 	lhe falam).<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que a pessoa deficiente desenvolve estratégias 	diárias e superando normalmente os obstáculos, e não mostrar 	espanto diante de um fato que é comum para o deficiente. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Referir-se às habilidades de um deficiente como &#8220;sexto 	sentido&#8221; (no caso do cego e surdo, por exemplo) ou como uma 	&#8220;compensação da natureza&#8221;.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Encarar como decorrência normal da deficiência o desenvolvimento 	de habilidades que possam parecer extraordinárias para uma pessoa 	comum. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Evitar usar as palavras ver, ouvir, andar, etc., diante de pessoas 	que sejam cegas, surdas ou privadas de movimentos.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar normalmente com os deficientes, para que eles não se 	sintam diferenciados por perceptível constrangimento no falar do 	interlocutor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Deixar 	de oferecer ajuda a uma pessoa deficiente em qualquer situação 	(por exemplo, cego atravessando a rua, pessoa de muleta subindo no 	ônibus etc.), mesmo que às vezes o deficiente responda mal, 	interpretando isto como gesto de piedade. A maioria dos deficientes 	necessita de ajuda em diversas situações.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Ajudar 	o deficiente sempre que for realmente necessário, sem generalizar 	quaisquer experiências desagradáveis, atribuindo-as somente a 	pessoas deficientes, pois podem acontecer também com as pessoas 	normais. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Supervalorizar o deficiente, achando que ele pode resolver qualquer 	problema sozinho (por exemplo, o cego alcançar qualquer porta 	apenas contando os passos, sem que alguém indique a 	direção).<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que as limitações de um deficiente são reais, 	e muitas vezes ele precisa de auxílio. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Recusar a ajuda oferecida por uma pessoa deficiente, em qualquer 	situação ou tarefa, por acreditar que não seja capaz de 	realizá-la.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Confiar 	na pessoa deficiente, acreditando que ela só lhe oferecerá ajuda 	se estiver segura de poder fazer aquilo a que se propõe. O 	deficiente conhece melhor do que ninguém suas limitações e 	capacidades. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao falar, principalmente com o cego, dirigir-se ao acompanhante do 	deficiente, e não ao deficiente, como se ele fosse incapaz de 	pensar, dizer e agir por si.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Dirigir-se 	sempre ao próprio deficiente, quando o assunto referir-se a ele, 	mesmo que esteja acompanhado. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar a pessoa cega pelo braço para guiá-la, pois ela perde a 	orientação.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Deixar 	que o cego segure no braço ou apoie a mão no ombro de quem o guia. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar pelo braço pessoas com muletas, ou segurar abruptamente uma 	cadeira de rodas, ao ver o deficiente diante uma possível 	dificuldade.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao ver o deficiente diante de um possível obstáculo, perguntar se 	ele precisa de ajuda, e qual a maneira correta de ajudá-lo. Agarrar 	um aparelho ortopédico ou uma cadeira de rodas, repentinamente, é 	uma atitude agressiva, como agarrar qualquer parte do corpo de uma 	pessoa comum sem aviso. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Segurar o deficiente, na tentativa de ajudá-lo, quando já houver 	uma pessoa orientando-o, principalmente no caso do cego.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Quando houver necessidade ajuda ou orientação, apenas uma pessoa 	deve tocar o deficiente, a não ser em situações muito 	específicas, que peçam mais ajuda (por exemplo, carregar uma 	cadeira de rodas para subir uma escada). </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Carregar o deficiente, principalmente o cego, ajudá-lo a atravessar 	a rua, tomar condução, subir ou descer escadas.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Auxiliar o deficiente nestas situações apenas até o ponto em que 	realmente seja necessário, para evitar atrapalhá-lo mais. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Pegar 	a pessoa cega pelo braço para colocá-la na posição na posição 	correta de sentar numa cadeira.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Colocar a mão do cego sobre o espaldar da cadeira e deixar que ele 	se sente como achar melhor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Guiar a pessoa cega em diagonal quando atravessar a rua.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Atravessar o cego sempre em linha reta, para que não perca a 	orientação. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Tratar o deficiente com constrangimento, evitando falar sobre sua 	deficiência.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar naturalmente com o deficiente sobre sua deficiência, 	evitando porém perguntas em excesso. Na maioria dos casos, ele 	preferirá falar normalmente sobre aquilo que é apenas parte de sua 	vida, e não uma coisa anormal ou extraordinária, como possa 	parecer ao interlocutor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Levar o cego a qualquer lugar onde haja mais pessoas e entrar como 	se ele pudesse ver quem está no recinto.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Apresentar 	o cego a todas as pessoas que estejam num local onde ele é levado 	por outra pessoa vidente. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Ao 	receber um cego em sua casa, deixá-lo orientar-se sozinho.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao receber um cego em sua casa, mostre-lhe todas as dependências e 	os possíveis obstáculos, e deixe que ele se oriente, colocando-se 	disponível para mostrar-lhe novamente alguma dependência, caso ele 	ache necessário. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Constranger-se 	em avisar o cego de que ele está com alguma coisa errada na sua 	vestimenta ou aparência física, ou que está fazendo movimentos 	não usuais, como balançar-se ou manter a cabeça baixa durante uma 	conversa.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que o cego, por não enxergar, não segue o 	padrão de imitação visual, não podendo, portanto, seguir o 	comportamento aparente das pessoas videntes. Avisar o cego sempre 	que perceber que ele está com aparência ou comportamento fora do 	padrão social normal, evitando que ele caia no ridículo. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Avançar subitamente sobre a pessoa deficiente por achar que ela não 	vai conseguir realizar uma tarefa (por exemplo, quando o cego está 	levando o garfo à boca), se o deficiente não solicitar 	ajuda.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Permitir que o deficiente realize sozinho suas tarefas, mesmo quando 	lhe pareça impossível. Só se deve socorrê-lo em caso de perigo. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar a pessoa cega com intuito de orientá-la quando ela está 	caminhando normalmente na rua.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Deixar que o cego aprenda por si só a transpor os obstáculos da 	rua, pois ele é capaz de fazê-lo sozinho. Segurar seu braço, 	exceto no sinal ou diante de algum perigo real, na verdade o 	desorienta. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Chamar a atenção para o aparelho de surdez.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Estimular o uso do aparelho, encarando-o com a mesma naturalidade 	com que são vistos os óculos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Gritar de longe e/ou às costas de uma pessoa surda para 	chamá-la.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja de costas, 	deve-se tocá-la, de leve, no braço, antes de começar a falar com 	ela. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Gritar para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja em 	perigo<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Procurar chegar até ela o mais rapidamente possível, procurando 	ajudá-la. Lembrar que uma pessoa que atravessa a rua poderá ser 	surda, podendo, por isso, não ouvir a buzina de seu carro. </span></span></li>
</ol>
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		<title>São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 22:56:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela deveria chamar São Pedro, que quer dizer pedra, mas sobre essa pedra só se edifica egoísmo, individualismo e ganância, sobre essa pedra pode-se até plantar árvores, mas elas não vingam. Depois perguntam porque tanta violência, porque tanta maldade, mas ja se dizia há tempo que o bem e o mal moram dentro do homem, sendo que o mal é mais fluido um pouco, e o bem, o bem tem que ser remexido, o bem tem que ser sovado, e bem sovado para crescer, se isso acontecer, ai que boa massa vamos comer!</p>
<p>Olha a pizza, o recheio leva carinho, caridade, amor, humildade. E que bela digestão! Nossa que sensação de saciedade, acolhimento, alegria, sinta a paz que essa pizza pode gerar. Mas tem um problema, a massa é rara, pois o  tanto que tem no coração de cada homem é pouco e senão juntar com outros tantos e não unirmo-nos todos para a sova, nada feito. Ela não cresce&#8230;</p>
<p>As vezes eu penso que as pedras serão enterradas com todo seus ouro que como pensavam as civilizações antigas egícias, irão para o outro mundo e levarão consigo proezas e prendas, para serem valorizadas na sociedade-pós-morte. Esses tempo tenho tido oportunidade, como um grão de soja, perdido no arroizal de ver e o observar o porque de tudo. Sim, porque vemos, porém não observamos.</p>
<p>E é assim que as pedras rolam, elas dão cria e ensinam as pedrinhas a serem pedras exemplares para levarem seu ouro á observação da sociedade-pós-morte. E depois, as pedras, mas porque? Ora, são pedras, afinal são pedras, já se viu uma pedra se preocupar com as plantas?</p>
<p>Nossa! Como existem pedras no mundo, as pedras ficam lá, trabalhando no seu bem individual, e não exstem só as pedras de São Pedro, existem pedras em todas as santa terras ou terras santas. Existem diamantes e safiras e esmeraldas, as pedras preciosas, teoricamente difíceis de achar, mas&#8230;O que fazem com essas pedras? Pedras preciosas, tão lindas e vaidosas, não percebem, pobre delas que nasceram para serem vendidas, exibidas, usadas e depois trocadas por outras pedras, quando delas enjoarem, para novamente fazer sucesso na sociedade-pós-morte.</p>
<p>Eu prefiro ser uma plantinha, perdida perdida nas pedras, seca, sem nutrientes, mas plantinha até o fim, pois me ensinaram e eu sei, que lá, na sociedade-pós-morte, não é bem ouro que eu levo, mas uma gorda e bem apetitosa fatia de pizza! Tomara que vocês consigam fazer, ao ser feita, asseguro que terá um pedaço pra cada um. Bom Apetite.</p>
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		<title>Pensem nisso&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Oct 2007 01:02:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
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		<category><![CDATA[capitalismo]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;É muito difícil fazer um homem entender algo quando seu salário depende de ele não entender” &#8211; Upton Sinclair
Pensem nisso é comentem&#8230;só isso
Visitem esse site: http://www.climatecrisis.net.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;É muito difícil fazer um homem entender algo quando seu salário depende de ele não entender”</em> &#8211; Upton Sinclair</p>
<p>Pensem nisso é comentem&#8230;só isso</p>
<p>Visitem esse site: <a href="http://www.climatecrisis.net/"><font color="#9b0e0e" face="Verdana">http://www.climatecrisis.net</font></a>.</p>
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		<title>Refletindo&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 20:27:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alice Andrade</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu acordei inspirada e resolvi que vou avisar a todos para reexaminarem tudo!
Somos os bichos mais inteligentes do mundo mas gastamos saude pra consiguir dinheiro pra manter a saude&#8230;E quer saber&#8230;ta tão na cara a burrice da gente..se a gente tivesse fazendo alguma coisa certa vocês acham que estaríamos colhendo os louros dessas burrices [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu acordei inspirada e resolvi que vou avisar a todos para reexaminarem tudo!</p>
<p>Somos os bichos mais inteligentes do mundo mas gastamos saude pra consiguir dinheiro pra manter a saude&#8230;E quer saber&#8230;ta tão na cara a burrice da gente..se a gente tivesse fazendo alguma coisa certa vocês acham que estaríamos colhendo os louros dessas burrices tão rápido?</p>
<p>Contem quantos desastres desde que este século começou&#8230;observem a velocidade com que o universo nos fala:&#8221;O gente burra!!!&#8221;</p>
<p>Gente estranha essa que cuida de bicho mas não cuida de gente, que reclama &#8221; ai porque nada da certo!&#8221; e não ve quem embaixo de seu pé há alguem em quem ela esta pisando ou passando pra traz&#8230;Gente estúpida que cria filhos pro sucesso e não vê que o maior sucesso esta no processo, no crescer como gente de bem, honesto, bom&#8230;</p>
<p>Eu estava pensando sobre honra&#8230;não seria marvilhoso se os seres burraldos humanos simplesmente exercitassem a honra? sim&#8230;tava tudo resolvido!</p>
<p>Através da honra ninguem trairia, ninguem roubaria, ninguem enganaria&#8230;cara vamos pregar a honra!</p>
<p>Pegou emprestado, devolva&#8230;</p>
<p>Está devendo, pague, errou peça desculpas, mentiu se desculpe e diga a verdade..</p>
<p>Não estou dizendo que seremos santos&#8230;mas só de olhar pra tras, ver a caquinha no chão e limpar ajudaremos a salvar o mundo..Maridos honrem suas mulheres, mulheres honrem seus maridos, amigos honrem seus amigos, familias (a galera não é perfeita) mas honrem seus parentes..E SE A CAMPANHA DA HONRA NÃO DER CERTO&#8230;o último que sair do mundo feche tudo e apague a luz!</p>
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