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	<title>Alice Andrade Design e Histórias &#187; deficientes</title>
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	<description>Justiça colher aquilo que plantou</description>
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		<title>Temos Fipan!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 04:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[De dentro...]]></category>
		<category><![CDATA[Mielomeningocele]]></category>
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		<description><![CDATA[
Curitiba nesse último fim de semana estava muito bonita, cidade arborizada, florida e com muita vida. O Centro Europeu era nosso destino, onde verificamos viabilidades de alguns cursos, através de um atendimento especial e único despensado a nós em pleno domingo de julho, quando qualquer outra empresa poderia estar encolhida em seu sofá assistindo filme.

Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05275.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05275-300x225.jpg" alt="" title="DSC05275" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-220" /></a><br />
Curitiba nesse último fim de semana estava muito bonita, cidade arborizada, florida e com muita vida. O Centro Europeu era nosso destino, onde verificamos viabilidades de alguns cursos, através de um atendimento especial e único despensado a nós em pleno domingo de julho, quando qualquer outra empresa poderia estar encolhida em seu sofá assistindo filme.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05503.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05503-300x225.jpg" alt="" title="Centro Europeu" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-221" /></a><br />
Nos hospedamos em um hotel simples, mas consideravelmente aconchegante, a não ser pela falta de acessibilidade, logo na entrada uma escadaria de 20 degraus me espera, ao chegar lá me deparei com um monte de escadas para ir aos quartos e nenhum elevador, fato que, como residente de São Paulo me causou estranheza e decepção, pois era de se esperar de um hotel um pouco mais de respeito pelos portadores de necessidades especiais, não obstante todas as sujestões de passeios que foram dadas eram para rotas a pé.<br />
A noite estava linda, a cidade possui um cenário que traduz cuidado  com a estética, ruas limpas, prédios de iluminação indireta, prédios e monumentos históricos, segurança e policiamento foram características gritantes essa noite.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05294.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05294-300x225.jpg" alt="" title="Cenario fantastico" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-222" /></a><br />
No outro dia seguimos para o jardim botânico, um jardim lindo e enorme com cópia do Palácio de Cristal muito fiel por sinal, digo isso pois estive no original em Petrópolis. Qual não foi minha supresa quando procurei por cadeira de rodas para poder usufruir do imenso jardim e ouvi a resposta &#8220;Não oferecemos esse serviço&#8221;. Estupefata, custei a crer que chamavam de serviço prestado o fornecimento de acesso dos PNEs ao parque, me entristeci e só conheci uma parte, a cidade que prezava pela estética e aparência não havia se dado conta das diferenças existentes no mundo.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05398.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05398-300x225.jpg" alt="" title="Copia do Palacio de Cristal" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-223" /></a><br />
No Museu Oscar Niemeyer , porém, encontrei cadeiras apropriadas e acesso relativo, porém até pegar a cadeira de rodas a situação é complicada, pois o estacionamento é bem longe e ai fica dificil, mas pelo menos ai houve intensão.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05465.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/DSC05465-300x225.jpg" alt="" title="MON" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-224" /></a><br />
Hoje já em São Paulo, visita a Fipan, Feira Internacional de Panificação, houve um pequeno mal entendido na hora da entrada por faltade comunicação entre o estacionamento e organização do evento, porém, percebi estar em São Paulo quando vi cerca de 6 cadeiras motorizadas esperando pelos deficientes que fossem visitar a feira e um atendimento todo especial oferecido pela organizaçao do evento, oque me lembrou que enfim, eu estava em casa!<br />
Esses fatos ajudam a reforçar minha teoria de como a cidade de São Paulo aconchega bem seus PNEs e como somos felizes através da inclusão aqui.<br />
<a href="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/P1110457.jpg"><img src="http://www.alice.blog.br/wp/wp-content/uploads/2010/07/P1110457-300x225.jpg" alt="" title="Fipan" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-225" /></a></p>
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		<title>Como tratar um deficiente físico</title>
		<link>http://www.alice.blog.br/2010/03/como-tratar-um-deficiente-fisico/</link>
		<comments>http://www.alice.blog.br/2010/03/como-tratar-um-deficiente-fisico/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 19:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[De dentro...]]></category>
		<category><![CDATA[deficientes]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[mielomenigocele]]></category>
		<category><![CDATA[Mielomeningocele]]></category>
		<category><![CDATA[portadores de necessidades especiais]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[fonte: portal do espirito


Errado: Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal 	pode fazer e eles não.
Certo: Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os 	assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não 	podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de 	movimentos. 
Errado: Elogiar ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		H1 { margin-top: 0.49cm; margin-bottom: 0.49cm; color: #660000; text-align: center; page-break-after: auto } 		H1.western { font-family: "Verdana", sans-serif; font-size: 36pt } 		H1.cjk { font-family: "Lucida Sans Unicode"; font-size: 36pt } 		H1.ctl { font-family: "Tahoma"; font-size: 36pt } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { color: #996600 } --><span style="font-size: small;">fonte: <a href="http://www.espirito.org.br">portal do espirito</a><br />
</span></p>
<ol>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Evitar falar com os deficientes sobre coisas que uma pessoa normal 	pode fazer e eles não.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar normalmente com os deficientes, falando sobre todos os 	assuntos, pois é bom para eles saberem mesmo das coisas que não 	podem ouvir, ver ou participar por causa da limitação de 	movimentos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Elogiar ou depreciar uma pessoa deficiente, somente por ela ser 	limitada.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Tratar 	o deficiente como alguém com limitações específicas da 	deficiência, porém com as mesmas qualidades e defeitos de qualquer 	ser humano </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Superproteger o deficiente, fazendo coisas por ele.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Permitir 	que o deficiente desenvolva ao máximo suas potencialidades, 	ajudando-o apenas quando for realmente necessário. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Chamar o deficiente pelo apelido relativo à sua deficiência (ex.: 	surdinho, surdo, mudo, cego, maneta etc.), pois ele pode se 	ofender<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Chamar 	a pessoa deficiente pelo nome, como se faz com qualquer outra 	pessoa. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Dirigir-se 	à pessoa cega como se ela fosse surda, fazendo esforço para que 	ela ouça melhor. O cego não é surdo.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar com o cego em tom de voz normal. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Referir-se à deficiência da pessoa como uma desgraça, como algo 	que mereça piedade e vá ser compensado no céu.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Falar da deficiência como um problema, entre outros, que apenas 	limita a vida em certos aspectos específicos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Demonstrar 	pena da pessoa deficiente.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Tratar 	pessoa deficiente como alguém capaz de participar da vida em todos 	os sentidos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Usar 	adjetivos como &#8220;maravilhoso&#8221;, &#8220;fantástico&#8221; 	etc., cada vez que se vê uma pessoa deficiente fazendo algo que 	aparentemente não conseguiria (por exemplo, ver o cego discar o 	telefone ou ver as horas, ver um surdo falar e/ou compreender o que 	lhe falam).<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que a pessoa deficiente desenvolve estratégias 	diárias e superando normalmente os obstáculos, e não mostrar 	espanto diante de um fato que é comum para o deficiente. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Referir-se às habilidades de um deficiente como &#8220;sexto 	sentido&#8221; (no caso do cego e surdo, por exemplo) ou como uma 	&#8220;compensação da natureza&#8221;.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Encarar como decorrência normal da deficiência o desenvolvimento 	de habilidades que possam parecer extraordinárias para uma pessoa 	comum. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Evitar usar as palavras ver, ouvir, andar, etc., diante de pessoas 	que sejam cegas, surdas ou privadas de movimentos.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar normalmente com os deficientes, para que eles não se 	sintam diferenciados por perceptível constrangimento no falar do 	interlocutor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Deixar 	de oferecer ajuda a uma pessoa deficiente em qualquer situação 	(por exemplo, cego atravessando a rua, pessoa de muleta subindo no 	ônibus etc.), mesmo que às vezes o deficiente responda mal, 	interpretando isto como gesto de piedade. A maioria dos deficientes 	necessita de ajuda em diversas situações.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Ajudar 	o deficiente sempre que for realmente necessário, sem generalizar 	quaisquer experiências desagradáveis, atribuindo-as somente a 	pessoas deficientes, pois podem acontecer também com as pessoas 	normais. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Supervalorizar o deficiente, achando que ele pode resolver qualquer 	problema sozinho (por exemplo, o cego alcançar qualquer porta 	apenas contando os passos, sem que alguém indique a 	direção).<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que as limitações de um deficiente são reais, 	e muitas vezes ele precisa de auxílio. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Recusar a ajuda oferecida por uma pessoa deficiente, em qualquer 	situação ou tarefa, por acreditar que não seja capaz de 	realizá-la.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Confiar 	na pessoa deficiente, acreditando que ela só lhe oferecerá ajuda 	se estiver segura de poder fazer aquilo a que se propõe. O 	deficiente conhece melhor do que ninguém suas limitações e 	capacidades. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao falar, principalmente com o cego, dirigir-se ao acompanhante do 	deficiente, e não ao deficiente, como se ele fosse incapaz de 	pensar, dizer e agir por si.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Dirigir-se 	sempre ao próprio deficiente, quando o assunto referir-se a ele, 	mesmo que esteja acompanhado. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar a pessoa cega pelo braço para guiá-la, pois ela perde a 	orientação.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Deixar 	que o cego segure no braço ou apoie a mão no ombro de quem o guia. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar pelo braço pessoas com muletas, ou segurar abruptamente uma 	cadeira de rodas, ao ver o deficiente diante uma possível 	dificuldade.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao ver o deficiente diante de um possível obstáculo, perguntar se 	ele precisa de ajuda, e qual a maneira correta de ajudá-lo. Agarrar 	um aparelho ortopédico ou uma cadeira de rodas, repentinamente, é 	uma atitude agressiva, como agarrar qualquer parte do corpo de uma 	pessoa comum sem aviso. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Segurar o deficiente, na tentativa de ajudá-lo, quando já houver 	uma pessoa orientando-o, principalmente no caso do cego.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Quando houver necessidade ajuda ou orientação, apenas uma pessoa 	deve tocar o deficiente, a não ser em situações muito 	específicas, que peçam mais ajuda (por exemplo, carregar uma 	cadeira de rodas para subir uma escada). </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Carregar o deficiente, principalmente o cego, ajudá-lo a atravessar 	a rua, tomar condução, subir ou descer escadas.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Auxiliar o deficiente nestas situações apenas até o ponto em que 	realmente seja necessário, para evitar atrapalhá-lo mais. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Pegar 	a pessoa cega pelo braço para colocá-la na posição na posição 	correta de sentar numa cadeira.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Colocar a mão do cego sobre o espaldar da cadeira e deixar que ele 	se sente como achar melhor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Guiar a pessoa cega em diagonal quando atravessar a rua.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Atravessar o cego sempre em linha reta, para que não perca a 	orientação. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Tratar o deficiente com constrangimento, evitando falar sobre sua 	deficiência.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conversar naturalmente com o deficiente sobre sua deficiência, 	evitando porém perguntas em excesso. Na maioria dos casos, ele 	preferirá falar normalmente sobre aquilo que é apenas parte de sua 	vida, e não uma coisa anormal ou extraordinária, como possa 	parecer ao interlocutor. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Levar o cego a qualquer lugar onde haja mais pessoas e entrar como 	se ele pudesse ver quem está no recinto.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Apresentar 	o cego a todas as pessoas que estejam num local onde ele é levado 	por outra pessoa vidente. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado: </strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Ao 	receber um cego em sua casa, deixá-lo orientar-se sozinho.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Ao receber um cego em sua casa, mostre-lhe todas as dependências e 	os possíveis obstáculos, e deixe que ele se oriente, colocando-se 	disponível para mostrar-lhe novamente alguma dependência, caso ele 	ache necessário. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;">Constranger-se 	em avisar o cego de que ele está com alguma coisa errada na sua 	vestimenta ou aparência física, ou que está fazendo movimentos 	não usuais, como balançar-se ou manter a cabeça baixa durante uma 	conversa.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Conscientizar-se de que o cego, por não enxergar, não segue o 	padrão de imitação visual, não podendo, portanto, seguir o 	comportamento aparente das pessoas videntes. Avisar o cego sempre 	que perceber que ele está com aparência ou comportamento fora do 	padrão social normal, evitando que ele caia no ridículo. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Avançar subitamente sobre a pessoa deficiente por achar que ela não 	vai conseguir realizar uma tarefa (por exemplo, quando o cego está 	levando o garfo à boca), se o deficiente não solicitar 	ajuda.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Permitir que o deficiente realize sozinho suas tarefas, mesmo quando 	lhe pareça impossível. Só se deve socorrê-lo em caso de perigo. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Agarrar a pessoa cega com intuito de orientá-la quando ela está 	caminhando normalmente na rua.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Deixar que o cego aprenda por si só a transpor os obstáculos da 	rua, pois ele é capaz de fazê-lo sozinho. Segurar seu braço, 	exceto no sinal ou diante de algum perigo real, na verdade o 	desorienta. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Chamar a atenção para o aparelho de surdez.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Estimular o uso do aparelho, encarando-o com a mesma naturalidade 	com que são vistos os óculos. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Gritar de longe e/ou às costas de uma pessoa surda para 	chamá-la.<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja de costas, 	deve-se tocá-la, de leve, no braço, antes de começar a falar com 	ela. </span></span></li>
<li><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Errado:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Gritar para chamar a atenção de uma pessoa surda que esteja em 	perigo<br />
</span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"><strong>Certo:</strong></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Verdana,sans-serif;"> Procurar chegar até ela o mais rapidamente possível, procurando 	ajudá-la. Lembrar que uma pessoa que atravessa a rua poderá ser 	surda, podendo, por isso, não ouvir a buzina de seu carro. </span></span></li>
</ol>
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		<title>Historia de vida  Cap.1   Mielomenigocele</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 08:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mielomeningocele]]></category>
		<category><![CDATA[deficientes]]></category>
		<category><![CDATA[malformação congênita]]></category>
		<category><![CDATA[mielomenigocele]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[sequelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alice Andrade, portadora de mielomeningocele. O que é mielo&#8230;.?
Como definido pelo site crfaster 
A Mielomeningocele, mais conhecida como Spina Bífida, é uma malformação congênita da coluna vertebral da criança, dificultando a função primordial de proteção da medula espinhal, que é o &#8220;tronco&#8221; de ligação entre o cérebro e os nervos periféricos do corpo humano. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alice Andrade, portadora de mielomeningocele. O que é mielo&#8230;.?</p>
<p><span class="texto">Como definido pelo site <a title="mielomeningocele- saber mais" href="http://www.crfaster.com.br">crfaster</a> </span></p>
<blockquote><p><span class="texto">A Mielomeningocele, mais conhecida como Spina Bífida, é uma malformação congênita da coluna vertebral da criança, dificultando a função primordial de proteção da medula espinhal, que é o &#8220;tronco&#8221; de ligação entre o cérebro e os nervos periféricos do corpo humano. Quando a medula espinhal nasce exposta, como na Mielomeningocele, muitos dos nervos podem estar traumatizados ou sem função, sendo que o funcionamento dos órgãos inervados pelos mesmos (bexiga, intestinos e músculos) pode estar afetado.</span></p></blockquote>
<p><span class="texto">As 10h da manhã do dia 27 de junho de 1983, depois de 12 horas de trabalho de parto, eu estrelava&#8230;desculpa&#8230;nascia. Nasci de cezariana, acho que estava com preguiça &#8230; Mas algo não estava normal, eu não fui logo para o berçário. Aparece o médico e fala pra meu pai que ele tinha acabado de ganhar sua primeira menina. Mas ela precisava ser operada nas primeiras 24h de vida senão poderia não resistir. Lá estava a mielo, me enfrentando pela primeira vez. Meu pai tnha duas saidas&#8230;deixar como está e ai eu poderia viver  pouco, ou autorizar a cirugia, e só Deus sabe oque poderia ser&#8230;cega&#8230;surda.paraplégica. E meu pai muito corajoso falou: &#8220;Opera! Vai dar tudo certo.&#8221;</span></p>
<p>Horas e horas de cirugia depois, sai o médico comigo no colo. Abri os olhos: &#8220;Bem, ela acompanha a luzinha, cega não está. E olha, mexe as pernas, esta tudo ótimo com sua filha, vamos esperar pra ver se aparecem sequelas.&#8221;</p>
<p>Portela corria pelo corredor e Elisabete sorria aliviada, ambos pela filhinha. Todos agradeceram ao médico e ao Médico dos Médicos,  avós rezando, todos alegres. Eu tinha vencido o primeiro desafio.</p>
<p>O médico, o segundo pai Mackoul Moussalem, foi todos os dias daquele ano fazer o curativo, ninguem mexia nela, só ele. O único médico que topou fazer a delicada cirugia no bebezinho, desenrolar ligamentos nervosos, colocar tudo pra dentro do corpo e finalmente suturar. E ele a acompanha até hoje, com a fota dela na gaveta do consultório, lembrança de uma vitória e tanto.</p>
<p>O primeiro ano se passou, comecei a falar, mas não andava&#8230;Quase dois anos depois, todos vendo tevê, e a exibida levanta do nada, pega em um sofá, pega no outro, olha pra frente e segue &#8230;. Eu andei para alegria de todos, pés todos, calcanhar servindo de apoio, mas eu andei. Segundo desafio vencido!</p>
<p>Nos próximos anos, foi confirmada a sequela, o bebê fazia de um tudo, virava uma menina esperta, mas não largava as fraldas. A sequela tinha sido nos infincteres do aparelho urinário&#8230;</p>
<p>Primeiro dia na escola, a mão não se cabia de agonia, como deixar ela sozinha, sua primeirinha cuidada com tanto amor..e ela pensou: &#8220;Vou me esconder atras do muro pra ver, ela vai chorar.&#8221; A mocinha de mochila nas costas e cabelo curtinho olhou pra trás, deu xau pra mãe, e seguiu, rumo a um futuro dificil, mas cheio de vitórias. A mãe foi pra casa aliviada, mas meio nervosa&#8230;</p>
<p>Na escola, uma das primeiras alunas, uma das primeiras a ler, a professora reparou quando ela começou a desenhar com mais detalhes e disse: &#8220;A menina  promete!&#8221;. A vida social não era tão fácil na escola, comia no recreio com mais um ou dois coleguinhas, as outras crianças corriam, Alice não podia, e como se não bastasse&#8230;as ouras crianças pegam no pé. Patinha, manca..ninguém merece crianças&#8230;as vezes são cruéis. Até que um dia ela levanta apurrinhada e mete um direto de esquerda no olho da menina de cabelos compridos. Você repreenderia??</p>
<p>Segui a vida, como suportes eu tinha Pais que nunca me excluiram de nada, minha primeira excursão foi aos 4 anos de idade na escolinha, aos 9 anos fui passar 15 dias na Bahia com minha avó, teatros na escola, sempre participei de tudo, a única coisa que me trazia a realidade era o preconceito&#8230;</p>
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