<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Alice Andrade Design e Histórias &#187; má formação</title>
	<atom:link href="http://www.alice.blog.br/tag/ma-formacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.alice.blog.br</link>
	<description>Justiça colher aquilo que plantou</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jul 2010 22:08:53 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Os limites do preconceito</title>
		<link>http://www.alice.blog.br/2010/04/os-limites-do-preconceito/</link>
		<comments>http://www.alice.blog.br/2010/04/os-limites-do-preconceito/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 17:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[De dentro...]]></category>
		<category><![CDATA[Mielomeningocele]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[deficiente]]></category>
		<category><![CDATA[má formação]]></category>
		<category><![CDATA[mielomenigocele]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alice.blog.br/?p=205</guid>
		<description><![CDATA[Observamos na semana passada uma das cenas mais fortes que vi nos últimos tempos, a Luciana de Viver a Vida foi pedida em casamento e sua futura sogra teve uma reação infelizmente comum a muitos familiares de pessoas que se apaixonam por portadores de necessidades especiais.
A senhora recebeu a notícia com disfarçada indignação, e em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Observamos na semana passada uma das cenas mais fortes que vi nos últimos tempos, a Luciana de Viver a Vida foi pedida em casamento e sua futura sogra teve uma reação infelizmente comum a muitos familiares de pessoas que se apaixonam por portadores de necessidades especiais.</p>
<p>A senhora recebeu a notícia com disfarçada indignação, e em seguida foi &#8220;conversar&#8221; com futura nora. Nesta conversa ela disse querer tirar dúvidas sobre as atuais condições da menina. A conversa esclareceu suas dúvidas sobre as condições da menina, porém, ao vê-la educada respondendo os questionamentos, a mãe do rapaz extrapolou os limites do preconceito ao insinuar que a menina nunca satisfaria o marido sexualmente e ainda que talvez nunca poderia ter filhos, e que seu filho esconderia o problema por educação ou pena.</p>
<p>Como alguém pode presumir visualmente as condições de saúde do outro? Familiares não têm direito algum a ferir alguém dessa forma pois além de constituir ignorância, constitui ainda desrespeito com as escolhas pessoais do ente querido e descaso com o amor. O amor é o sentimento mais nobre que existe não há sentido em tentar definir a pessoa certa ou errada para alguém amar, em desafiar o desejo de unir-se de duas pessoas.</p>
<p>Há quem diga que oque pode mover esse tipo de atitude é o amor. Que amor é esse que não leva em conta a opção da pessoa amada. Não existe amor neste tipo de atitude, existe sentimento de posse pelo qual alguns acham que podem decidir o parceiro ideal para alguém. E em se fazendo essa escolha de forma visual, como saberemos se a pessoa &#8220;escolhida&#8221; por nós não tem vícios ou atitudes indígnas escondidas em um corpo perfeito?</p>
<p>Já é hora das pessoas enxergarem os seres humanos por trás dos problemas físicos, deficiências físicas, visuais de toda forma. Os deficientes ou portadores de necessidades especiais têm muito a ensinar a respeito de tolerância, resignação, humildade, força de vontade e superação. Muitas vezes estes se tornam companheiros e companheiras fortes e amorosos, despertando paixões nas almas nos seus cônjuges, um amor pleno que é cego para qualquer defeito do corpo.  Um amor que ama de alma para alma, o mais puro e o mais profundo, o mais verdadeiro. Não é difícil encontrarmos casais formados assim e quem tem uma união invejável.</p>
<p>Cuidado &#8220;pessoas que so querem o bem&#8221; dos outros, pois já erraram em pensar em julgar alguém pela aparência e ninguém é propriedade do outro por mais que tenham laços familiares, esse tipo de atitude pode magoar e é inútil, desperdiça energia, desgasta relacionamentos familiares, pode causar feridas muito difícies de cicatrizar e o mais importante:<strong> Não vai destruir o amor verdadeiro!</strong></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gyUt9B4a_hk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gyUt9B4a_hk&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;color1=0x5d1719&#038;color2=0xcd311b" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alice.blog.br/2010/04/os-limites-do-preconceito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aprendendo a aprender Cap.2 Mielomenigoceli</title>
		<link>http://www.alice.blog.br/2009/09/aprendendo-a-aprender-mielomeningoceli/</link>
		<comments>http://www.alice.blog.br/2009/09/aprendendo-a-aprender-mielomeningoceli/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 08:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alice</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mielomeningocele]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[má formação]]></category>
		<category><![CDATA[mielomenigocele]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[superação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.alice.blog.br/wp/?p=25</guid>
		<description><![CDATA[Você faz a mínima idéia de como é incômodo ouvir a pergunta&#8230;Oque voce tem na perna? imendado em um&#8230;É de nascença (sim, porque esse tipo de gente quase sempre num sabe falar nascência!)?
Pois é assim que começo este post&#8230;Oque é que os seres humanos têm na cabeça??
O tempo passava, procuramos os melhores médicos em São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você faz a mínima idéia de como é incômodo ouvir a pergunta&#8230;Oque voce tem na perna? imendado em um&#8230;É de nascença (sim, porque esse tipo de gente quase sempre num sabe falar nascência!)?</p>
<p>Pois é assim que começo este post&#8230;Oque é que os seres humanos têm na cabeça??</p>
<p>O tempo passava, procuramos os melhores médicos em São Paulo, Escola Paulista de Medicina&#8230;vários exames&#8230;Chegamos até Dr. Celso Simonetti, ortopedista muito competente que encarou o desafio de operar meus pés, tortos por conta da má formação. Começamos a peleja, todos os anos exames de raio x para ver se o pé havia parado de crescer&#8230;Só com 12 anos, o doutor dizia, mas temos que monitorar as alterações. Eu retrucava&#8230;Não, Nossa Senhora Aparecida me avisou, é com 11anos!</p>
<p>Vou fazer uma pausa aqui pra contar esse causo. Um dia Nossa Senhora Aparecida, a imagem, foi visitar minha cidadezinha, e a cidade por sua vez, fez uma procissão em sua homenagem&#8230;Eis que lá fomos nós, ver a linda passada dela pelas ruas. Meu pai me pois sentada no que chamamos de cacunda, ou nos ombros e me levou para ela. Eu encostei as mãos, e meu pai falou..Filha, pede pra você ficar boa.  Eu respondi com um sorriso infantil e inocência &#8230; Não precisa, ela já me disse que será com 11 anos que meu pé vai ficar bom.</p>
<p>Por isso, eu insisti&#8230;</p>
<p>Quando eu tinha 9 anos nós nos mudamos de voltamos pro Rio, interior. Primeira escola lá era chique , cheia de meninos mimados logo, percebi que não era fácil,  a tal da integração social. Recreio, ou intervalo. Galera correndo, Alice sentada. Esportes?? Ninguém merece&#8230;Já é dificil, imagina então quando ninguém anda com você, te zoam (sim, criança é terrível!). Não tinha amigos, só um menino, um bom amigo.</p>
<p>Como era de se esperar eu não me adaptei, outro Estado, outro sotaque (zoada tambem por puxarrr o R), gente metidinha..eu ainda tinha que passar direto e a mudança tinha sido no meio da segunda série (maldita matemática).</p>
<p>Pois é, passei de ano e só no outro ano é  que mamãe me mudou. Afinal, pra que fugir?? Eu ia enfrentar essas dificuldades sempre, teria que aprender a lidar com elas.</p>
<p>Na terceira série.. colégio novo, vida nova. QUE NADA! Tudo igual, dificuldades, crianças más (brincadeira, criança nunca vai ser má), mas que trancaram no banheiro, ah isso trancaram&#8230;E o pior que agora o novo probmea era que eu estava sendo bem tratada demais pela escola e os outros alunos tinham ciúme. A guerra tava tão brava que eu esta tendo crises nervosas antes de ir pra escola. Mediante febres e vomitos, minha mãe mais uma vez cedeu&#8230;Adivinha quando eu poderia ir pra outra escola? No começo do outro ano&#8230;Tinha que concluir a tortura.</p>
<p>Bem vinda a quarta série! E com uma arma secreta, além de colégio de Feiras, a professora me viu nascer&#8230;ali finalmente eu segui tranquila. Voces estão contanto? Estou com 11 anos, depois de muita insistência, la fomos nós nas férias de julho fazer o exame nos pés. O resultado, para a supresa de alguns, foi que eu ja poderia ser operada. Marcamos para as férias de fim de ano, pois eu tinha que terminar o ano escolar. UFA!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.alice.blog.br/2009/09/aprendendo-a-aprender-mielomeningoceli/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
